Quem te atende
Penal de um lado, Consumidor do outro. A mesma lógica: equilibrar a balança quando o forte tenta passar por cima do fraco.
Posicionamento
Já me perguntaram como é defender plano de saúde de um lado e ré em ação criminal do outro. A resposta é: não defendo plano de saúde, nem defendo réu — defendo a parte mais frágil da relação. E é a Constituição que decide quem é a parte mais frágil, não meu marketing.
Diante da polícia, o cidadão é a parte mais frágil. Diante da operadora de saúde ou do banco, o consumidor é. É a mesma lógica, com cara diferente: o forte não pode usar seu poder para condenar antes da hora, nem para cobrar o que não deve.
Defender direito não é defender o errado — é defender a Constituição.
Forma de trabalho
Caso a caso. Sem fórmula pronta. Você não é um número de protocolo nem um tipo penal. A primeira conversa serve para entender — não para vender.
Você sabe o que está sendo feito, por que e qual o risco de cada decisão. Sempre. Cliente que não entende a estratégia não pode tomar decisões — e decisões em processo são suas, não minhas.
O que entra na conversa fica entre nós. Sem exceção. Vale para o caso criminal, para a negativa do plano, para a história do empréstimo fraudulento — tudo.
Atendimento
Você manda mensagem no WhatsApp com um resumo curto da sua situação. Eu retorno o mais rápido possível para marcar uma conversa — pode ser por chamada, vídeo ou presencial.
Nessa primeira conversa, eu te ouço, faço perguntas, e te dou minha leitura técnica do caso: o que pode ser feito, qual a chance de cada caminho, qual o investimento previsto, qual o prazo realista.
Essa primeira conversa é gratuita e não cria vínculo. Você decide depois, com calma, se vamos seguir juntos. É o jeito mais honesto de começar.
A primeira conversa é só para entender. Sem compromisso.